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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Brasileiros de Sucesso no Vale do Silício

O Vale do Silício, por ser a região mais prolífera no que diz respeito à empresas de inovação tecnológica, recebe o interesse de jovens empreendedores do mundo todo. O Vale do Silício é também o destino dos estudantes provenientes de outros países, muito desses formados no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) e na Universidade Stanford.

Um dos maiores exemplos de brasileiros que tiveram sucesso no Vale é Isabel Pesce, fundadora da startup Lemon, empresa que criou o aplicativo de mesmo nome para controle de gastos com cartões de créditos e organizar virtualmente as notas fiscais. O app foi baixado mais de 1 milhão de vezes em apenas 3 meses após seu lançamento. Bel também fez sucesso com seu livro, "A Menina do Vale", contando suas experiências no Vale do Silício. O livro chegou a mais de meio milhão de downloads.

Co-fundador do Instagram, Mike Krieger, foi o mais recente empreendedor de sucesso brasileiro. De 2010 para 2012 o Instagram passou de 57 milhões de dólares para 1 bilhão, sendo comprado pelo Facebook em abril do mesmo ano. O brasileiro recebeu 10% do valor da negociação. Em dois anos a rede social ficou entre as 5 maiores do mundo.

Falando em Facebook, não podemos deixar de citar Eduardo Saverin, co-fundador da maior rede social do mundo. Saverin foi afastado da empresa por Zuckerberg e perdeu o título de co-fundador, no entanto a justiça concedeu a Saverin legalmente o status perdido. Atualmente Saverin vive em Cingapura e atua como investidor de novas empresas de tecnologia.

Alex Kipman é outro nome importante no Vale. Ele foi responsável pela criação do Kinect, acessório usado pelo Xbox para reconhecer os movimentos físicos do jogador como forma de interação com os jogos do console. Alex é formado Rochester Institute of Technology, em Nova York, e já trabalhou na criação de softwares para supertelescópios da NASA.

Além desses, Paulo da Silva, programador sênior da Grooveshark, Hugo Barra, gerente mundial do Android, Gabriel Benarros,  co-fundador e CEO da Ingresse, entre outros brasileiros fazem carreira no Vale do Silício. Isso prova que, no Vale, não importa a sua nacionalidade, mas seu empreendedorismo.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Pesquisas brasileiras feitas no exterior.


       O mundo está a cada dia mais próximo, graças aos meios de comunicação a longa distância que transmite dados em tempo real. Aproveitando – se desta nova forma de difusão de informações muitas unidades acadêmicas, tecnológicas, comerciais, governamentais entre outras passaram a difundir suas pesquisas e perspectivas a ponto de compartilhar suas conquistas. No mundo todo surgem novidades constantemente graças a este tramite de pesquisas, e não somente documentos como também “recursos pensantes” que são as pessoas que desenvolvem  estes estudos. O Brasil é um grande exportador de ”recursos pensantes”, eu vou abordar alguns destes brasileiros que produzem pesquisas no exterior mas que levam nas veias o tão forte sangue brasileiro.

      Os Brasileiros Manoel Meneses e Vitor Pamplona criaram uma nova tecnologia de prescrição de óculos que promete revolucionar a oftalmologia.  Eles estudam no MIT (Instituto de tecnologia de Massachusetts), nos Estados Unidos. Desenvolveram um aparelho que pode fazer a detecção de índices de refração (grau de óculos) a partir de um simples aparelho que é formado por um pequeno tubo plástico acoplado á um celular. O procedimento é simples: aproxime-a do olho, use as setas do teclado para sobrepor linhas vermelhas e verdes e em menos de cinco minutos, uma prévia do grau de seus óculos estará pronta. A  portabilidade parece ser o seu maior apelo, mas ainda sim não substitui uma consulta completa que pode descobrir outros problemas.

     Pesquisadores da Unicamp desenvolveram um sistema de comunicação que aumenta a velocidade de transmissão de dados e a quantidade de dados enviados. Projetado basicamente pelos brasileiros Gustavo Fraidenraich e Cláudio Ferreira Dias, o sistema básico é formado por múltiplas antenas (2x1) , duas de recepção e uma para transmissão. A comunicação usa o protocolo RDS (Rádio Definido por Software), que utiliza um programa de computador para substituir partes físicas de um rádio tradicional, o que facilita muito a adaptação do hardware a diferentes necessidades. O futuro destes estudos é desenvolver um protótipo  (4x4). Apesar de já existirem sistemas de múltiplas antenas para a transmissão de dados o que não se pode conceber é este mesmo número para antenas de recepção ao mesmo tempo.

     Um grupo de quatro estudantes brasileiros criou um jogo intitulado de “Estudar nos EUA”. Este aplicativo foi criado para ajudar estudantes americanos no Enem do seu país conhecido como SAT (Teste de Avaliação Escolar) que é semelhante ao Enem . O jogo é a segunda fase do projeto dos estudantes, que também disputam vagas em instituições do exterior. Em abril, eles lançaram um site com dicas sobre como se inscrever nos processos seletivos e pleitear bolsas de estudos. Um dos programadores dos aplicativos, Anderson, de 18 anos, atualmente mora em São Francisco, nos Estados Unidos, onde estuda inglês. Ele pretende fazer o curso de graduação na Universidade Stanford, na Califórnia, e afirma que o projeto pretende oferecer aos estudantes brasileiros um maior acesso as informações e ferramentas que os auxiliem a conseguir uma vaga nas universidades americanas.

      O Brasil tem grandes potenciais em pesquisas e novos talentos, o que falta é uma maior valorização do que é seu e investimento nestas pesquisas. Como isto ainda não acontece os grandes países do primeiro mundo aproveita e aumenta seu PIB vendendo tecnologias que seriam nossas. Enfim o que importa é que pelo menos brasileiro cientista não fica pobre no planeta… agora no Brasil.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Brasileiros no vale do silicio


idéias inovadoras e pessoas com poder de executa-las, hoje pode ser sinal de um grande negócio. O vale do silicio região conhecida pelo seu potêncial inovador e tecnologico, tem aberto mais espaços e oportunidades para quem vem de fora, alguns brasileiros ganham destaques e conseguiram atraves das startups que são na verdade empresas iniciantes que possuam ideias inovadoras e estão a espera de algum investidor para torna-lás quem sabe um fenômeno mundial como é o caso do "instagram" que nada mais é do que um aplicativo para smartphones que aplica filtros de máquina fotografica antiga e permite posta-las instantaneamente na propria rede social do aplicativo ou em outras redes sociais, o seu co-fundador é um brasileiro Mike Krieger. Exsitem outros como é o caso do  Alex Kipman, que foi o responsável pela criação do kinect, que é um dispositivo baseado em sensor de movimentos para o console(xbox), e o Hugo Barra que hoje é gerente mundial do sistema mais popular para dispositivos móveis, o Android.

Referências:
http://www.tecmundo.com.br/mercado/25897-6-brasileiros-que-estao-mudando-o-vale-do-silicio.htm
http://www.sebraemais.com.br/noticias-midia/empresa-brasileira-e-destaque-no-vale-do-silicio
http://olhardigital.uol.com.br/negocios/digital_news/noticias/startups-como-decolar-do-brasil-para-o-vale-do-silicio

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Os Brasileiros e o Vale


O Vale do Silício é uma referência mundial em inovação e empreendedorismo, existem representantes de quase todas as nações, dentre eles, brasileiros. Em uma pesquisa na internet pode-se achar alguns brasileiros que já fizeram e fazem sucesso no Vale, a seguir segue uma lista de alguns deles:
  • Mike Krieger: Este brasileiro passou a maior parte do seu tempo fora do Brasil, estudou em Stanford e em uma “troca de ideias” com seus colegas criaram um aplicativo para smartphones que dava um aspecto envelhecido as fotos; este aplicativo teve grande adesão pelos usuários de smartphones, o aplicativo cresceu e ficou famoso, chamado Instagram, foi comprado pelo Facebook por 1 milhão de dólares.
  • Hugo Barra: não tão diferente de Mike, Hugo tem experiência fora do Brasil, ele já morou em Roma e em Maiami, seu pai era embaixador no Haiti. Ele foi para o MIT e se especializou em Inteligência Artificial , em síntese de voz; como de costume o Google o recrutou para trabalhar; ele começou adaptando serviços do Google como o Gmail e a Pesquisa para smartphones, pouco a pouco Hugo foi galgando cargos internos chegando a ser hoje o gerente mundial do Android.
  • Paulo da Silva: este brasileiro aprendeu a programar aos 12 anos, fazia programas para seus familiares e conhecidos; não sei se felizmente ou infelizmente, mas seu pai por motivos de emprego mudou-se para os EUA, lá ele se formou em engenharia de software. Um dia dois sócios de uma startup chamaram ele para uma reunião, a surpresa de se reunir em um local onde a mobília dos sócios eram caixas de papelão não o impediu de se envolver com o projeto, que hoje disponibiliza cerca de 15 milhões de músicas para internautas ouvirem gratuitamente e comprarem se assim desejarem, o GroveShark. Hoje Paulo é engenheiro sênior do site.
  • Alex Kipman: assim como Paulo, Alex se formou em engenharia de software, ele se formou no Instituto de Tecnologia Rochester nos EUA. Alex era um programador que utilizava software livre e gostava de programar e fazia suas publicações na internet, um dia, do nada recebeu uma ligação de representantes da Microsoft que o chamaram para uma reunião, para a surpresa dele quem o recebeu foi Bill Gates e o convidou para trabalhar. Ele participou do desenvolvimento do Windows Vista e de outros projetos, mas sua principal colaboração surgiu em um dia de férias na chácara de sua tia enquanto meditava o quanto a tecnologia escravizava as pessoas com telas e botões. Dai ele começou a rabiscar um projeto que se desenvolveu e se tornou o Projeto Natal comercializado hoje como Kinect.
  • Reinaldo Normand: 'viciado' em jogos e programador, Reinaldo começou uma parceria com a Qualcom Microchips e criou um jogo online chamado Zeboo. Ele passou 3 anos programando na China e depois deste tempo se juntou com o ex-diretor da Qualcom e diretor de vendas e marketing da Eletronic Arts, lançando o 2Mundos, uma plataforma de jogos sociais que teve um investimento inicial de 1 milhão para tocar seu projeto. Reinaldo ajuda brasileiros para se darem bem no Vale, passando contatos importantes e indicando alguns caminhos.
  • Bel Pesce: ao descobrir seu gosto por engenharia e matemática Bel decidiu prestar vestibular para o ITA, ela percebeu que a prova do MIT era no nível da do ITA e decidiu tentar e passou. Reinaldo Normand deu algumas dicas e contatos a ela, o que fez com que ela desenvolvesse uma ideia que teve de uma carteira virtual, criando assim o Leamon. No Vale Bel anotava todas as suas experiências em sua agenda, estas anotações juntamente com o seu desejo de compartilhar para outros brasileiros como se dar bem em uma startup ela escreveu o livro A garota do Vale. Uma das coisas mais interessantes nela é ter estudado em colégios de bairro e exercitado seu inglês assistindo o seriado “friend's”, o que é um bom estímulo a outros brasileiros de que é possível chegar ao Vale.
Existem também empresas especializadas em mandar brasileiros ou empresas brasileiras para o Vale do Silício:
  • Brazil Innovators: Bedy Yang queria criar uma ligação entre a Califórnia e o Brasil, ela criou uma empresa que funciona como uma excursão de empreendedores brasileiros para o Vale. Até o momentos, 15 empresas brasileiras nascidas do projeto conseguiram investimentos para rodar no Vale.
  • SiliconHouse: assim como Bedy alguns empresários criaram um espaço para receber empreendedores interessados no Vale. A empresa cobra 1800 dólares por 28 dias de hospedagem e agenda de palestras e encontros. A única exigência para o empreendedor é que tenha um projeto viável rodando. Esta empresa tem parceria com universidades de renome, empreendedores do mundo inteiro, mentores e ambientes formais de negócio.
Outra parcela de brasileiros no Vale são empresas que participam do Desafio Brasil – projeto da FGV que incentiva a inovação tecnológica, a exemplo:
  • Evertick: é uma plataforma voltada ao gerenciamento de eventos e venda de ingressos, surgiu de duas iniciativas, da AgendaRecife.com – portal para publicação de eventos – e a SeuTicket – serviço para entrega de ingressos por celular. Ela ganhou o prêmio a parceria por três meses com o PPTC – Plug and Play Tech Center – que proporciona benefícios como uma rede de contatos com empresários do Vale do Silício que obtiveram sucesso em negócios digitais, além de viabilizar oportunidades de negócios com parceiros corporativos e do setor de tecnologia, coaching e consultoria.
  • SocialBase: é uma rede social corporativa, já está consolidada e em uso em mais de 1400 empresas no mundo. Esta rede social promove desenvolvimento de negócios, investimentos, consultorias e parcerias estratégicas. A SocialBase recebeu investimento de empresas como: Accel Partners, Sequoia Capital e Menlo Ventures, empresas que financiaram começos como o Facebook e o Grupom.
O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação criou o projeto TI Maior, que tem como objetivo de apoiar empresas brasileiras de software que querem se internacionalizar. Pretende construir seis polos internacionais no Vale do Silício, México, China e em nações da Ásia Central e da África. Pretende incentivar startup's, abrirá um edital para selecionar aceleradoras de negócio, que vão abrigar de 8 a 10 startup's.
Além das dificuldades de estímulo ao empreendedorismo o Brasil tem se saído bem no mercado internacional, mas precisamos de estímulos mais fortes por parte do governo, universidades e da cultura empresarial.


Referências:
http://olhardigital.uol.com.br/negocios/digital_news/noticias/brasileira-de-sucesso-no-vale-do-silicio-aprendeu-ingles-vendo-tv
http://super.abril.com.br/tecnologia/conheca-4-brasileiros-fizeram-carreira-vale-silicio-688448.shtml