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quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Filme Matrix – Relação pessoas/máquinas e traçar um parâmetro com o futuro



O filme fala da vida de Thomas Anderson um programador de uma das maiores empresa de software do mundo que vive atormentado por seus estranhos pesadelos que o mostra conectado neuralmente a um sistema de computador (a Matrix), a partir do momento que Morpheu (o líder da resistência humana) faz contato com Neo (apelido de Thomas Anderson quando referenciado a um hacker), sua visão do mundo passa a mudar a partir das escolhas que ele faz.
Morpheu então passa a tentar explicar a matrix a Neo mas, sabe que esta não tem definição e que Neo precisa escolher entre permanecer acreditando no quiser (pílula azul) ou presenciar com seus próprios olhos o que é a matrix (pílula vermelha), no momento que ele toma a pílula vermelha e como se ele tivesse nascido para um novo mundo (associação feita ao instante em que Neo sai do coma).
Neo então passa a entender que nada era real e que tudo a sua volta não passa da Matrix, ou seja, pessoas eram apenas programas e tudo à sua volta era programação. As pessoas eram mantidas em uma ilusão coletiva onde na realidade viviam em capsulas gerando energia para as máquinas. O mundo era um deserto apocalítico, governados pelas máquinas com A.I – inteligência artificial, a matrix tinha nas mãos o controle de todos os seres humanos para domina-los e usa-los como fonte de energia (meras baterias para máquinas). 
Concluir-se que a história central do filme é que o cérebro do computador tem como objetivo o controle total da raça humana, e só resta nós questionar se realmente é possível que no futuro as máquinas assumirão o controle da humanidade.
Do ponto de vista criador e criatura, a sociedade em geral teme que um dia as máquinas superem seus criadores, e que seja dominados por elas, isso acontece por que o computador é hoje a máquina que mais se assemelha com ser humano isso no contexto da forma de pensar, ainda que os computadores trabalham com números exatos. Em geral, fica a grande dúvida, se no futuro as máquinas poderá pensar sem a programação humana e operar seus próprios pensamentos (atualmente o computador é incapaz de aprender sozinho, este ainda depende da programação humana).

RELAÇÃO MATRIX x COMPUTAÇÃO UBÍQUA x SOCIEDADE ATUAL




O filme Matrix trás a ideia de que os humanos fizessem com que as máquinas evoluíssem muito ao longo dos anos tornando-as inteligentes o suficiente para escravizá-los sem que eles sequer percebessem. O conceito de computação ubíqua define a iteração do homem com o computador invisível, o ato de integrar a informática com o comportamento da pessoas de forma natural e imperceptível, dando comandos a computadores através de sentidos simples como o toque, o olhar ou a fala. A computação ubíqua prega que os humanos em poucos anos façam das máquinas itens essenciais no dia a dia, quase um sexto sentido. Partindo desse pressuposto, o filme indaga a questão: Será que o uso da computação ubíqua não levará a humanidade a uma futura submissão aos desejos maquinários? A um ponto que não mais as máquinas estejam inseridas no dia a dia humano, mas sim os humanos inseridos no dia a dia das máquinas como apenas uma fonte de subsistência. As máquinas mostradas no filme visto do ponto de vista da época em que a personagem principal Neo está acustumado a viver: ambiente de trabalho composto por computadores, celulares, desenvolvimento de programas e afins mostra uma realidade quase idêntica a que vivemos atualmente, analisando de forma mais ampla percebe-se até certo avanço exacerbado em relação ao filme criado em 1999. Estamos numa era digital em que já utilizamos robôs/máquinas desde indicar uma rota a ser percorrida para chegar a um determinado destino até para realizar operações médicas, ou seja, grande parte da vida humana se baseia no uso de algum item tecnológico, são alguns destes:  celulares, smartphones, notebooks, computadores, GPS, máquinas fotográficas, chips de memória, sensores de voz/calor, entre muito outros artefatos que facilitam e suprem grande parte das necessidades humanas. Somos constantemente monitorados através de máquinas por aqueles que detêm o poder das informações que elas fornecem. Se estivermos conectados na rede mundial de computadores, ou sequer realizarmos uma ligação, podemos então ser facilmente localizado, para ser mais especifico, até com os aparelhos eletrônicos em modo desligado, atualmente podemos ser localizados. A nossa vida inteira aberta para o mundo através de redes sociais e chats, a todo o momento procuramos ser o centro das atenções nas mídias globais enxertando a WEB de informações sigilosas e preciosas se vista por algum individuo com más intenções. Onde começa e onde termina a nossa privacidade quando se trata de máquinas e internet não sabemos, mas o interessante a se pontuar é que nós podemos estar tão próximos da realidade de Matrix quanto imaginamos e disfarçadamente sendo escravos de aparelhos de aparência tão inocente.
Feito por: Lívia Ribeiro /  IFBA 4° SEMESTRE T.I

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

A computação ubíqua e o filme Matrix



A computação deu um salto quando nos referimos a avanço tecnológico e a cada dia vem superando toda e qualquer expectativa a ela imposta. Se a anos atrás pouco se falava ou se quer fosse cogitada a possibilidade da existência sobre a  inteligencia artificial, neuro cirurgia, cibernética,realidade virtual e entre outras formas de desenvolvimento computacional como um todo, a relação homem e maquina é cada vez mas expressiva.
Com toda essa revolução não é difícil imaginar o impossível, realizações de tarefas e praticidade,cura de doenças, melhora de performance do próprio homem e maquina, a tecnologia da informação auxilia principalmente em estudos científicos para o avanço da humanidade cada vez mais aberta as inovações.
O filme traz este paradoxo entre homem, maquina e suas altas performances física e intelectual, aproximando o mundo virtual da realidade e mostrando que a tecnologia esta presente em cada canto do planeta e que o mesmo não passa de  um componente de uma Matrix podendo ser manipulado para o melhor uso.
É fato que o homem depende muito da tecnologia mas  é visível que a tecnologia só existe  e evolui por sua causa, desta forma a necessidade e dependência é recíproca. O computador depende diretamente da intervenção externa para seu funcionamento, por ser programada ela é muito eficiente porém a genialidade esta na mente de cada programador e gestor de suas funções.
O homem é a maior maquina que já existiu e existe até hoje, sabendo de tudo que já foi criado por ele e que não usa e nem chega perto de usar metade de seus conhecimentos, e sendo assim o impossível não é conhecido o certo é o que ainda não se pode criar ou desenvolver não implicando que em um futuro não seja algo ao alcance. Claro que a coisas que provavelmente nunca serão explicadas cientificamente mas não se sabe qual o fim dos avanços, nem onde estamos nem onde poderemos chegar.

A maquina inteligente sempre existiu ela chama-se: homem, a maquina humana.

o filme Matix

Matrix 
        A trilogia Matrix é uma fantástica aventura cibernética, recheada de superefeito s especiais, onde a Terra foi totalmente dominada por máquinas dotadas de inteligência artificial, que passaram a ter controle sobre a raça humana. Os homens e todo o nosso mundo não passam de um software, um programa de computador, uma mera ilusão.
   O filme é repleto de mensagens sutis e efeitos especias , dentre as quais a de que a máquina jamais controlará o homem, pois seu comportamento é baseado em programas e programas podem ser entendidos pela complexa mente humana que transcende a simples racionalidade da lógica ao constituir o ser integralmente. Por isso as mensagens do oráculo, uma senhora que cozinha biscoitos, são aparentemente equivocadas e ilógicas, mas ao final condizem com a realidade.
     Achei o filme muito bom o tema  a luta do ser humano, para se livrar do domínio das maquinas  que evoluirão . Matrix está em toda parte é o mundo que acredita ser real para que não perceba a verdade assim como hoje em dia a tecnologia esta em toda aperte como nos celulares não devemos esquecer que a maquina depende do homem para ser alimentada.




segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Filme Matrix



Matrix

Relacionar o filme Matrix com a computação ubíqua, o protagonista com os seres humanos de hoje e  as máquinas do filme com as máquinas de hoje.


Vivemos uma realidade onde somos altamente dependentes da tecnologia. É possível viver sem ela? Sim, claro! Mas analisando do ponto de vista positivo, a tecnologia tem sido não só a mão direita, mas os dois braços. Andamos conectados 24 horas através de um celular, onde através deste dispositivo, não precisamos pegar fila no banco ou ir até uma loja comprar um produto. Podemos compartilhar algo instantaneamente para todo mundo em um só toque.
É notória as habilidades adquiridas pelo protagonista, onde impossivelmente nenhum ser humano é capaz de tê-las. A frieza e resistência excessivas são outros fatores que se distanciam do frágil e não inocente ser humano. Porém, possui a mesma capacidade de amar como qualquer um.
O Matrix mostra a tecnologia computacional física da época do filme. Em 1999 estávamos a quatro anos do lançamento do Windows® 95 e dentro do período da sua atualização Windows® 97. Os Desktops possuíam configurações que para nós atualmente parece piada. Disco Rígido de 40 Gb, memória RAM de 128Mb e processamento de apenas um núcleo de 2,0 Ghz em média, que para o período era o suficiente. O filme explora muito aquela linguagem modo MS Dos.
Hoje, as máquinas são dotadas de elementos poderosos conforme a necessidade atual. Para atender jogos em altíssimo grau de realismo; filmes em altíssima definição(Full HD) e já caminhando para a Ultra Definição; os aparelhos possuem além de design avançado e leve, processamento de 4 a 8 núcleos capaz de aumentar a sua potência(overclock) sempre que necessário; tela LED e em alguns casos 3D; Disco Rígido de 1024 Gb mais HD Virtual; e ainda possui 64 vezes mais memória do que seus antecessores de Matrix.
A tecnologia avançou muito, e não para de avançar. Basta usar de maneira moderada e para o bem. Pelo contrário, poderá se tornar em uma arma de destruição em massa.


Renata Morais, aluna de T.I do IFBA - Campus Camaçari - Subsequente - IV Semestre.